DIRETORIA – GESTÃO 2023-2025

clique aqui para acessar

 

DIRETORIA – GESTÃO 2022-2026

clique aqui para acessar

 
 
 
 
 

Notícias

Centrais elaboram documento contra alterações nas leis trabalhistas

SÃO PAULO - As principais centrais sindicais se reuniram na manhã desta terça-feira, 26, em São Paulo, e aprovaram um documento contrário às propostas do governo do presidente em exercício, Michel Temer, para alterar direitos trabalhistas.

Os sindicalistas são contrários, sobretudo, ao aumento da idade mínima para aposentadoria e ao avanço da lei de terceirização. O encontro também discutiu formas para aumentar a criação de empregos e contou com a participação dos presidentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).

"A nossa unidade surgiu pela necessidade de criação de empregos. Nós também fechamos unidade para que não se altere os direitos dos trabalhadores", afirma o presidente da CUT, Vagner Freitas. "Podemos chegar inclusive à greve se o governo retirar direitos", diz.

A unidade das centrais sindicais também marca uma mudança na postura adotada pelos sindicalistas com relação ao afastamento da presidente Dilma Rousseff. Ao longo do processo, a CUT se posicionou de forma contrária ao impeachment, enquanto o deputado Paulinho da Força, parlamentar do Solidariedade e presidente da Força Sindical, foi um dos principais articuladores na Câmara dos Deputados para o afastamento de Dilma.

"Não tem decepção com esse governo (Temer). Acreditamos que ele vai recuperar a economia, mas achamos que isso está demorando", diz Paulinho.

"Na questão da Previdência, eu acho que é possível chegar a um acordo que resolva o problema do déficit sem alterar o direito daqueles que estão no mercado de trabalho. E na questão trabalhista não é hora do governo discutir esse assunto. Se o governo insistir nisso, ele vai ter problemas pela frente", afirma.

Além das questão trabalhistas e previdenciárias, os sindicalistas pediram a redução da taxa de juros e da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem diminuição de salário.

Fonte DCI de 27/07/2016

 

 


•  Voltar as Notícias
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Federação dos Contabilistas nos Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia
Av. Presidente Vargas, 583 - Sala 220
CEP: 20071-003 - Centro - Rio de Janeiro / RJ
Fone: (21) 2220-4358 - E-mail: fedcont@fedcont.org.br
Funcionamento: Seg à Sex de 09h às 17h
Filiado a