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Caixa anunciará lucro significativo e a menor taxa de inadimplência do mercado, diz Occhi

Presidente afirmou que o índice de inadimplência no 2º trimestre ficou em 2,51% - o menor do mercado, segundo ele. No balanço anterior, foi de 3,53%.

 

O presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, disse em entrevista à Rádio CBN que no dia 21 a Caixa vai anunciar os seus resultados e “será um lucro significativo”. O balanço se refere ao 2º trimestre deste ano. Além disso, o executivo já adiantou que a taxa de inadimplência de dívidas vencidas acima de 90 dias anunciada "será a menor do mercado".

 

“O desempenho recorde para Caixa é graças ao um grande esforço de ajustes necessários em qualquer empresa e família, com corte de despesas, melhoria de receitas, administração cada vez melhor de uma empresa. A Caixa está fazendo seu dever de casa e quem ganha é a sociedade”, afirmou na entrevista.

 

Occhi citou como medidas o corte nas despesas, com o Programa de Demissão Voluntária ao qual aderiram 4,7 mil empregados. Segundo ele, há mais um PDV em andamento e mais de 2 mil empregados aderiram. O presidente da Caixa citou ainda corte de horas extras.

 

Outro esforço do banco foi cortar as despesas administrativas e reduzir o índice de inadimplência no banco, com ações de cobrança mais forte, segundo ele.

 

Occhi afirmou que a Caixa anunciará o menor índice de inadimplência do mercado no balanço do 2º trimestre – será de 2,51%. A média do mercado, de acordo com o presidente da Caixa, é de 4,2%. Esse índice de inadimplência se refere a dívidas vencidas acima de 90 dias.

 

Entre as medidas para se chegar a esse índice estão a criação de uma diretoria de renegociação e repactuação de crédito. Desde junho de 2006, a diretoria monitora as grandes operações nos segmentos de habitação, grandes corporações e infraestrutura. A iniciativa faz parte de um conjunto de ações para a melhoria dos processos de recuperação e cobrança que vêm sendo adotadas desde 2015.

 

Occhi informou ainda que a Caixa tem a maior carteira de crédito entre todos os bancos: R$ 700 bilhões (soma de todos os empréstimos concedidos).

 

As áreas de maior atuação da Caixa, os segmentos de habitação, infraestrutura e empréstimo com desconto em folha (consignado), todos considerados de baixo risco de inadimplência, responderam por 96% do crescimento da carteira total de crédito do banco no 2º trimestre do ano passado.

 

Balanço anterior

No primeiro trimestre, o lucro líquido da Caixa foi de R$ 1, 488 bilhões, crescimento de 81,8% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando o lucro foi de R$ 818 milhões.

 

O índice de inadimplência para dívidas vencidas acima de 90 dias encerrou março em 2,83%, pouco abaixo dos 2,88% registrados em dezembro e dos 3,51% registrados no mesmo mês de 2016.

 

A carteira de crédito ampla registrou saldo de R$ 715 bilhões, um crescimento de 4,5% em 12 meses. O resultado foi influenciado pelas carteiras de habitação, consignado e infraestrutura, de baixo risco.

 

FGTS

Occhi disse ainda que o governo não pretende prorrogar os saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e que uma nova liberação desse dinheiro não ocorrerá nos próximos anos. “Foi liberado em um momento crítico da economia para ajudar os trabalhadores brasileiros, num momento em que havia desemprego e dificuldade em honrar seus pagamentos. E isso levou o governo a emitir uma MP (medida provisória) excepcional. Para isso teria que ter uma nova medida. Não haverá uma nova medida nos próximos anos”, afirmou.

 

Occhi disse que não há intenção de prorrogar porque é preciso preservar a liquidez do fundo. Segundo ele, há ainda um número significativo de depósitos à espera do trabalhador e outra parte do FGTS é investida em saneamento, infraestrutura a habitação.

 

Em relação aos lucros do FGTS que 88 milhões de trabalhadores terão direito a receber, Occhi disse que é a primeira vez que os dividendos são divididos. “Os trabalhadores não têm a dimensão da divisão dos lucros em função de essa ser a primeira vez na história do FGTS, que fez 50 anos este ano, e nunca houve a distribuição dos dividendos. Sempre foi para habitação, saneamento, infraestrtura ou incorporado ao patrimônio do fundo”, disse.

 

Fonte G1 de 11/08/2017

 

 

 

 


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